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Alan Wallace 'Cultivando o Equilíbrio Mental e Emocional'





Como os nossos desejos e impulsos afectam o nosso bem-estar psicológico?
Como a desatenção afecta as nossas mentes?
Que impacto têm os pensamentos negativos?
Como podemos corrigir desequilíbrios emocionais?
Como podemos cultivar o equilíbrio mental e emocional?

Alan Wallace tem uma característica especial que o diferencia dos seus pares na área da física e da neurobiologia: foi durante 20 anos um monge budista,morou em Dharamsala, na Índia, traduziu mais de 30 livros do tibetano para o inglês, estudou com os mais altos mestres do Tibete e ainda ocupou o posto de intérprete oficial de sua santidade, o Dalai-Lama. Hoje, novamente como cientista e físico e autor de quarto importantes livros sobre ciência e práticas contemplativas, Wallace comanda um verdadeiro exército de neurocientistas, antropólogos, sociólogos e psicólogos no Instituto Santa Bárbara de Estudos da Consciência, na Califórnia.

Alan Wallace Síndrome - part 1





Alan Wallace descreve o nosso estado "normal" - o distúrbio obsessivo, compulsivo ilusório - e como a meditação pode curar-nos dessa normalidade - parte 1

Alan Wallace tem uma característica especial que o diferencia dos seus pares na área da física e da neurobiologia: foi durante 20 anos um monge budista,morou em Dharamsala, na Índia, traduziu mais de 30 livros do tibetano para o inglês, estudou com os mais altos mestres do Tibete e ainda ocupou o posto de intérprete oficial de sua santidade, o Dalai-Lama. Hoje, novamente como cientista e físico e autor de quarto importantes livros sobre ciência e práticas contemplativas, Wallace comanda um verdadeiro exército de neurocientistas, antropólogos, sociólogos e psicólogos no Instituto Santa Bárbara de Estudos da Consciência, na Califórnia.

Alan Wallace Síndrome - parte 2





Alan Wallace descreve o nosso estado "normal" - o distúrbio obsessivo, compulsivo ilusório - e como a meditação pode curar-nos dessa normalidade - parte 2

Alan Wallace tem uma característica especial que o diferencia dos seus pares na área da física e da neurobiologia: foi durante 20 anos um monge budista,morou em Dharamsala, na Índia, traduziu mais de 30 livros do tibetano para o inglês, estudou com os mais altos mestres do Tibete e ainda ocupou o posto de intérprete oficial de sua santidade, o Dalai-Lama. Hoje, novamente como cientista e físico e autor de quarto importantes livros sobre ciência e práticas contemplativas, Wallace comanda um verdadeiro exército de neurocientistas, antropólogos, sociólogos e psicólogos no Instituto Santa Bárbara de Estudos da Consciência, na Califórnia.

Mente - Um elefante selvagem



"... Como um elefante selvagem, a mente não treinada pode infligir danos enormes a nós mesmos e àqueles que nos rodeiam. Ela oscila entre um déficit de atenção (quando estamos passivos) e hiperactividade (quando estamos activos). A mente sem treino debita compulsivamente um fluxo tóxico de pensamentos, e agarra-se a eles de forma obsessiva, levada por uma história após a outra.

O transtorno do déficit de atenção com hiperactividade e o transtorno obsessivo-compulsivo não se limitam àqueles que são diagnosticados como doentes mentais, a mente “normal” é propensa a tais desequilíbrios e é por isso as pessoas “normais” experimentam imenso sofrimento mental/físico! Tais distúrbios são sintomas de uma mente desequilibrada e não treinada.

Essas duas tendências disfuncionais parecem ser intrínsecas à mente. A hiperactividade é caracterizada por excitação, agitação e distracção,enquanto o déficit de atenção é caracterizado pela flacidez, letargia, apatia. Quando as nossas mentes estão sujeitas a estes dois desequilíbrios, temos pouco controlo sobre o que pensamos. Podemos acreditar no livre-arbítrio, mas dificilmente pode ser chamado de "livre" se não podemos dirigir a nossa própria atenção." A prática da atenção focada é essencialmente é aprender a canalizar o fluxo de consciência para onde queremos,  durante o tempo que desejarmos, sem que compulsivamente se torne fragmentado e entre em desordem.


 

Alan Wallace


A Revolução da Atenção ~ Revelando o Poder da Mente Focada



emocoes mindfulness
Few things affect our lives more than our faculty of attention...
#Livros


Alan Wallace, o físico que foi monge. Hoje, além de escritor de quatro livros sobre ciência e práticas contemplativas, ele comanda neurocientistas, sociólogos e psicólogos, num instituto de estudos da consciência, na Califórnia




Depois de apresentar os efeitos doentios resultantes da incapacidade de focar a mente, o autor segue explorando um caminho sistemático de meditação que intensifica a capacidade de manter a concentração. Ao longo do caminho, Wallace cria vários interlúdios, oferecendo práticas complementares para o cultivo do amor, da compaixão e da pureza em nossas vidas. A atenção é a chave que torna possível o acesso à nossa mudança pessoal, e a boa nova é que a atenção pode ser treinada. Este livro mostra como fazê-lo.

Excelente livro


Fica o índice em inglês e um pequeno excerto:

CONTENTS

Preface xi
Introduction 1

THE BEGINNING STAGES: MINDING THE BREATH
Stage 1: Directed Attention 13
Interlude: Loving-Kindness 23
Stage 2: Continuous Attention 29
Interlude: Compassion 39
Stage 3: Resurgent Attention 43
Interlude: Empathetic Joy 57
Stage 4: Close Attention 59
Interlude: Equanimity 69

THE INTERMEDIATE STAGES: SETTLING THE MIND

Stage 5: Tamed Attention 77
Interlude: Tonglen—“Giving and Taking” 95
Stage 6: Pacified Attention 99
Interlude: Lucid Dreaming—Daytime Practice 111
Stage 7: Fully Pacified Attention 117
Interlude: Lucid Dreaming—Nighttime Practice 125


THE ADVANCED STAGES: ILLUMINATING AWARENESS
Stage 8: Single-Pointed Attention 131
Interlude: Dream Yoga—Daytime Practice 139
Stage 9: Attentional Balance 143
Interlude: Dream Yoga—Nighttime Practice 149
Stage 10: Shamatha 155
Conclusion: A Look Ahead 167
Appendix: Synopsis of the Nine Stages 174

Notes 177
Bibliography 185
Index 191


"Few things affect our lives more than our faculty of attention. If we can’t
focus our attention—due to either agitation or dullness—we can’t do
anything well.We can’t study, listen, converse with others, work, play,
or even sleep well when our attention is impaired. And for many of us, our
attention is impaired much of the time.
People whose attention falls well below normal may be diagnosed with
an attention deficit/hyperactivity disorder (ADHD), and the most common
treatment for this problem is with pharmaceuticals. The popularity of
Ritalin and similar drugs has increased dramatically in recent years, and the
United States manufactures and consumes five times more of such drugs
than the rest of the world combined. The many detrimental side effects of
ADHD drugs are deemed a small price to pay for suppressing the symptoms
of attention disorders. This materialistic approach to treating ADHD is
enormously profitable for the drug manufacturers, but it is profoundly disempowering
for the individuals who become reliant on them. While our
culture may proclaim “Just say no to drugs,” when it comes to treating
attention disorders, the message is “Go for the quick fix...”




Fnac

Excertos para meditar

Confrontados com tanta sabedoria/informação de qualidade, que surge a um ritmo apressado, no meio de um mar de superficialidade que brota do facebook, decidi reunir alguns textos que Paulo Borges, recentemente, tem trazido até nós. Este textos são apresentados tal como foram publicados e versam sobre temas pertinentes, que só por si, dariam para muitos workshops, podendo, no entanto, serem debatidos no próximo Curso de Introdução à Meditação, a decorrer em Matosinhos, com data de início no próximo dia 17 de Fevereiro. Merecem a nossa atenção.


"Por vezes, quando nos fixamos em algo, as nossas mentes parecem tornar-se muito pequenas. Questões triviais surgem na nossa consciência como se fossem muito grandes e importantes. Na verdade, elas não se tornaram grandes. As nossas mentes tornaram-se pequenas. A experiência da grandeza dos conteúdos da mente é relativa à amplitude da mente. Assim, para manter as actividades mentais em perspectiva, deixemos o espaço da consciência permanecer tão vasto quanto possível. Entretanto, quanto menos nos apegarmos aos eventos mentais, menos o espaço mental se contrai à sua volta e é distorcido por eles"

- Alan Wallace, The Attention Revolution.





"Esta manhã, aconteceu olhar para a folha de uma árvore.
Nessa folha descobri a realidade detalhada da nossa existência.
Eu nunca tinha visto verdadeiramente a natureza milagrosa da nossa vida.
Eu olhei para a folha em profundo silêncio, com os olhos cheios de lágrimas.
Deste modo sentei-me nas profundezas de uma serenidade e paz especiais"

Mestre Zen Hogen Yamahata






A grande revolução do século XXI é a descoberta de como a meditação altera a estrutura e função do cérebro e de como o treino da focalização da atenção, bem como do amor e da compaixão pelos outros seres, activa áreas cerebrais que habitualmente estão pouco operativas, aumentando os níveis de cognição, de bem-estar e felicidade. A meditação está a entrar gradualmente nas empresas, escolas, prisões e hospitais e falta trazê-la para o domínio da intervenção sócio-política. Precisamos de um activismo fundado no discernimento, na paz e na calma e não na raiva e no ressentimento. Este é o caminho do futuro já presente, o da intervenção a partir de uma espiritualidade e ética laica, equidistante de todas as religiões e aberta a todos, crentes ou descrentes. 

Paulo Borges


"Todos nós somos potenciais activistas. Podemos mostrar ao mundo que uma vida boa pode ser vivida sem subjugação, exploração ou dominação dos outros, ou dos recursos naturais. Podemos demonstrar que uma vida simples, saudável e equitativa pode ser alegre e boa. Podemos mostrar que a felicidade não flui dos bens materiais ou do valor que possuímos nas nossas contas bancárias, pelo contrário, a felicidade brota da nossa qualidade de vida e do tipo de relação que temos com as nossas famílias, comunidades e com o mundo. Nós não temos que esperar por um messias. A verdadeira liderança não vai sair do parlamento ou o palácio presidencial (...) O verdadeiro activismo é agir com integridade e sem medo. O activismo é um chamamento interior. É uma viagem. A jornada de transformação
da subjugação em libertação, da falsidade em verdade, do controle em participação e da ganância em gratidão"

Satish Kumar, Small World Big Ideas





“Tudo está em nós se não tivermos medo de olhar (…) A prática da compaixão, do amor, da coragem, da paciência e da esperança, traz como recompensa uma consciência incessantemente mais aprofundada da ajuda que chega quando procuramos em nós mesmos a força e a inspiração. Quando um ser humano encontra o mais elevado espaço de calma e de paz de que é capaz, as influências celestes derramam-se nele, renovam-no e utilizam-no na salvação da humanidade”

Elisabeth Kübler-Ross






Não há vida nem morte, nem luz nem treva, nem mal, nem bem, mas qualquer cousa que vive e morre, que é luminosa e escura, bôa e má, não por índole própria, mas devido a circunstancias imprevistas, num dado logar e num dado instante. Essa qualquer cousa escapa-se à nossa apreensão e compreensão; talvez seja um quasi nada, na melhor hipotese para os que aspiram a uma existencia substancial, que sente, pensa e quer, - a uma entidade moral, um eu senhor do seu valor, uma especie de prosapia personificada falsamente, um conde apenas titulo, a governar o auto do seu corpo, ao longo da Via Dolorosa, sob o clarão dos relampagos, ou submerso nas trevas, isto é, com os faroes acesos ou apagados”

- Teixeira de Pascoaes, Santo Agostinho, Porto, Livraria Civilização, 1945, pp.177-178




“É a Hora!”, escreveu Fernando Pessoa no final da “Mensagem”. É a Hora de deitar por terra todos os muros de Berlim, exteriores e interiores. É a Hora de deitar por terra tudo o que separa: o interior e o exterior, o hemisfério esquerdo e o hemisfério direito do cérebro, a razão e a sensibilidade, a intuição e a lógica, a mente e o corpo, a mulher e o homem, o masculino e o feminino, o céu e a terra, o tempo e a eternidade, o humano e o animal, as causas humana, animal e ambiental, a direita e a esquerda, o sagrado e o profano, o grande e o pequeno, o todo e a parte, os crentes e os descrentes, a transcendência e a imanência, a espiritualidade e a política, a natureza e a cultura, o Norte e o Sul, o Oriente e o Ocidente. E tudo o mais que a ficção do pensamento e da linguagem divide para definir.

Na verdade nada disto alguma vez existiu separado, a não ser nas mentes que constroem muros por não reconhecerem pontes. Deixa ruir o muro de Berlim em ti e renascerás aquele por quem o mundo espera. Que o muro de Berlim em todos caia e nada será igual à face da terra. A Hora é Agora.



Não procures o sofrimento, mas também não o rejeites. Quando aparecer, regozija-te por surgir em ti e não em outrem. Abraça-o, não lutes contra ele nem o deixes fora de ti. Faz o mesmo com todo o sofrimento que vires nos outros: inspira acolhendo-o no mais fundo de ti mesmo, converte-o na luz que és e expira oferecendo-a a todos. Deixarás então de sofrer com o sofrimento, que se revelará o início da mais imprevista, pura e transbordante alegria. 

Paulo Borges


“A Terceira Porta para a Libertação é ausência de objectivos, apranihita. Não há nada a fazer, nada a realizar, não há programa, não há agenda. Este é o ensinamento budista sobre a escatologia. Tem a rosa de fazer algo? Não, o propósito de uma rosa é ser uma rosa. O teu propósito é seres tu mesmo. Não tens de correr para lado algum para seres alguém diferente. És maravilhoso tal como és. Este ensinamento do Buda permite-nos desfrutar de nós mesmos, do céu azul e de tudo o que é refrescante e curativo no momento presente.

Não há necessidade de colocar algo à nossa frente e correr atrás disso. Já temos tudo o que procuramos, tudo o que queremos ser. Já somos um Buda, então porque não pegar apenas na mão de outro Buda e praticar meditação em andamento? Este é o ensinamento do Avatamsaka Sutra. Sê tu mesmo. A vida é preciosa tal como é. Todos os elementos para a tua felicidade já estão aqui. Não há necessidade de correr, esforçar-se, procurar ou combater. Sê apenas. Estar apenas no momento neste lugar é a mais profunda prática de meditação. A maioria das pessoas não consegue crer que basta apenas caminhar como se não tivéssemos lugar algum para ir. Pensam que esforçar-se e competir é normal e necessário. Tenta praticar a ausência de objectivos durante apenas cinco minutos e verás quão feliz estás durante esses cinco minutos.

O Sutra do Coração diz que “não há nada a atingir”. Não meditamos para atingir a iluminação, porque a iluminação já está em nós. Não temos de procurar em lugar algum. Não necessitamos de um propósito ou um fim. Não praticamos para obter alguma posição elevada. Na ausência de objectivos, vemos que nada nos falta, que já somos aquilo em que nos queremos tornar e o nosso esforço simplesmente pára. Estamos em paz no momento presente, vendo apenas a luz do sol fluindo através da nossa janela ou ouvindo o som da chuva. Não temos de correr atrás de nada. Podemos fruir cada momento. As pessoas falam de entrar em nirvana, mas já estamos lá. Ausência de objectivos e nirvana são um.

Despertando esta manhã, sorrio.
Vinte e quatro horas novinhas em folha estão diante de mim.
Faço votos de viver plenamente em cada momento
e de olhar para todos os seres com os olhos do amor”

- Thich Nhat Hanh, The Heart of the Buddhas’s Teaching, Londres, Ryder, 1999, pp.152-153.



Que o amor aos humanos se estenda aos animais e à natureza. Que o amor aos animais se estenda aos humanos e à natureza. Que o amor à natureza se estenda aos humanos e aos animais. Que quem ama, quem é amado e amar se dissolvam em Amor. Esse Amor será então a-mors, não-morte.


Paulo Borges






“As nossas crianças aprendem na escola a ler, escrever, matemática, ciência e outras matérias que as podem ajudar a ganhar a vida. Mas muito poucos programas escolares ensinam os jovens como viver – como lidar com a cólera, como reconciliar conflitos, como respirar, sorrir e transformar as formações internas [pensamentos e emoções]. Devemos encorajar as escolas a exercitar os nossos alunos na arte de viver em paz e harmonia”

- Thich Nhat Hanh, The Heart of the Buddhas’s Teaching, Londres, Ryder, 1999, p.150.

Uma das bases mais evidentes da falência do actual sistema é a educação. As famílias, ou seja, nós todos, pouco mais fazemos em geral do que orientar as crianças e jovens para se tornarem iguais aos adultos que somos, supostamente mais experientes e conhecedores, mas que na verdade quase só sabemos como competir e trabalhar para sobreviver e consumir, distrairmo-nos de vez em quando para voltar à rotina de sempre e ser infelizes a vida toda. E depois esperamos que a escola continue o mesmo processo. O resultado é, mais do que o insucesso escolar, o insucesso da escola para cumprir uma verdadeira função educativa e o crescente mal-estar nesta civilização, onde as potencialidades mais profundas do ser humano, como a expansão da consciência, a criatividade, a amizade e o amor desinteressados, a generosidade e a partilha, a empatia com a natureza e todas as formas de vida, são recalcados pela pressão familiar, escolar, social e profissional, dando lugar a seres divididos, em luta contra o melhor de si mesmos e por isso em constante conflito com os outros, que morrem com remorsos de não haver vivido plenamente. Necessitamos urgentemente de outras escolas e de outra escola, mas isso não vai acontecer, globalmente, enquanto a sociedade estiver dominada pela economia de mercado e pela ganância capitalista, da qual somos todos cúmplices e responsáveis. Não basta lutar por mudanças sectoriais sem pôr em causa a estrutura fundamental do sistema.
Paulo Borges





"A verdade da vida não é uma meta a alcançar num determinado momento no futuro; é a realidade do passo dado neste preciso instante. Pensar na realidade como uma linha recta, uma progressão linear do princípio ao fim, de causa a efeito, da ideia à realização, é um erro. A realidade é um círculo infinito e cada ponto da sua circunferência é ao mesmo tempo o centro, o ponto de partida e o ponto de chegada"

Mestre Zen Hogen Yamahata



por Vítor Bertocchini

Alan Wallace sobre a Felicidade






Alan Wallace tem uma característica especial que o diferencia dos seus pares na área da física e da neurobiologia: foi durante 20 anos um monge budista,morou em Dharamsala, na Índia, traduziu mais de 30 livros do tibetano para o inglês, estudou com os mais altos mestres do Tibete e ainda ocupou o posto de intérprete oficial de sua santidade, o Dalai-Lama. Hoje, novamente como cientista e físico e autor de quarto importantes livros sobre ciência e práticas contemplativas, Wallace comanda um verdadeiro exército de neurocientistas, antropólogos, sociólogos e psicólogos no Instituto Santa Bárbara de Estudos da Consciência, na Califórnia.